Albert Schweitzer
O objetivo deste blog é compartilhar minhas experiências profissionais e opiniões sobre Educação, Educação Física, Esporte, Lazer e assuntos correlacionados, com outros professores e amigos.
terça-feira, 31 de maio de 2011
A força do Salgueiro
Albert Schweitzer
Salgueiro
"Salgueiro chorão com lágrimas escorrendo
Por que você chora e fica gemendo?
Será por que ele lhe deixou um dia?
Será por que ficar aqui não mais podia?
Em seus galhos ele se balançava
E ainda espera a alegria que aquele balançar lhe dava?
Em sua sombra abrigo ele encontrou 
Imagina que seu sorriso jamais se apagou
Salgueiro chorão, pare de chorar
Há algo que poderá lhe consolar
Acha que a morte para sempre os separou?
Mas em seu coração para sempre ficou"
Filme "Meu Primeiro Amor"
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Greve Informativo
Por SINTE Regional São José 26/05/2011 às 18:35
O Governo de Santa Catarina se utilizou de horário nobre da tevê para aplicar mais uma mentira à sociedade catarinense, dizendo que estava disposto a pagar o piso salarial aos professores, quando na verdade isto não acontece, pois a proposta apresentada destrói Plano de Carreira dos Professores.
Colombo acaba com a tabela que é classificada de acordo com a qualificação profissional de cada um. Em todas as categorias maior qualificação é igual a maior salário, para Colombo não. Ou seja, um professor com faculdade (nível superior) e que participou de diversos cursos ao longo da carreira ganhará o mesmo salário de um professor com magistério (Ensino Médio). Esta é uma das indignações que reforçou a adesão a greve. Quanto maior a qualificação e valorização profissional, melhor o serviço que será oferecido à sociedade. O SINTE/SC tentou evitar esta situação, solicitando oficialmente que o Governo Estadual apresentasse proposta de implementação do piso salarial de acordo com a Lei 11.738/2008 e da pauta de reivindicação da categoria, na qual piso é considerado vencimento inicial, sem incorporação de benefícios e que deve obedecer ao plano de carreira de cada estado. Mas, nesta semana, o governo apresentou uma proposta de pagar o mesmo piso para quase toda categoria, sem levar em conta a carreira profissional. Em função disto os professores mantêm a greve e aguardam o compromisso deste governo com a educação, apresentando uma proposta para implementação da Lei e pagamento dos retroativos.
Contra todas essas distorções, inverdades e ilegalidades é que pedimos que a sociedade nos apóie nesta luta. O futuro da sociedade depende de uma educação de qualidade. Se o governo fizer sua parte, nós cumpriremos com a nossa, como historicamente fazemos, apesar das péssimas condições que nos são oferecidas.
Contamos com seu apoio, compreensão e participação nessa luta.
Atenciosamente, Professores da Rede Pública de Educação
terça-feira, 24 de maio de 2011
Jornalista Moacir Pereira
Sei como é importante o papel deste profissional numa sociedade democrática.
Porém, o meu descrédito é por conta de uma mídia que a muito tempo é manipulada por quem detém o poder político-econômico.
Porém, nos últimos dias tenho lido muito o BLOG do Jornalista Moacir Pereira.
Percebi com as palavras dele, o comprometimento em defesa do cidadão e da informação pautada na verdade.
Outro aspecto interessante do trabalho deste jornalista é a interação com o leitor, possibilitando que o mesmo colabore com depoimentos e esclarecimentos.
Gostaria de ressaltar como é bom ter profissionais assim..
O meu desejo é que os jovens jornalistas aprendam com ele para formar uma imprensa mais democrática e honesta.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Greve!!!

Quem é quer fazer greve? Mas a humilhação é grande demais...
Eu e meus colegas de trabalho não faríamos isso se não fosse necessário.
O Governo Colombo ainda não percebeu a situação desmotivante que está criando no magistério catarinense.
Hoje fiquei indignado com a proposta feita aos professores.
Em resumo quem tem ensino médio e quem tem graduação ganharão o mesmo vencimento inicial "o tal 1.187,00".
Assim para que estudar...Persistindo isso, teremos professores desqualificados formando pessoas cada vez mais despreparadas para o trabalho, para vida em sociedade.
Por favor leitores, apoiem os seus professores neste momento crítico da educação catarinense.
sábado, 19 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Texto poético de Futebol
Futebol
Por Alexandre Inagaki
O tempo passa no cronômetro e no placar eletrônico;
na aflição do time em busca do gol premente;
nas rugas do jogador que sai vaiado pela torcida;
na tensão do atacante na hora do pênalti;
no nervosismo do treinador alinhavando desculpas amarfanhadas;
no desconforto do artilheiro que não marca há várias derrotas;
na dor do torcedor que volta para casa envelhecido
carregando em cada perna o peso indelével da frustração.
Instável como técnico no cargo ou juvenil no time titular,
a vida ignora qualquer tática ou esquema de jogo.
E não adianta designar volante para marcação homem-a-homem
porque ela nos escapa, feito bola molhada nas mãos do goleiro,
com a graça de moleque que dribla toda a defesa:
desenho de luz no verde gramado.
Subterfúgios também não vão colar, colega.
Fazer cera, retardar os tiros-de-meta,
simular contusões com artes de canastrão,
trocar passes estéreis de um lado para outro afirmando
"valorizar a posse da bola".
Cada momento será devidamente compensado nos descontos.
(O bandeirinha delator, o goleiro solitário,
o dirigente exaltado, o treinador teórico,
o gandula torcedor, o reserva conformado,
todos tecem vasta confusão de pernas, socos e palavrões no espaço,
estranha cerâmica no meio-de-campo.)
Esta competição, amigo, tem regras rígidas: tão criticadas, tão vilipendiadas,
mas inevitavelmente obedecidas por todos.
Neste regulamento não há tapetão.
Futebol é paciência.
Agüentar as vaias uníssonas de hormônios desafinados.
Jogar sob a chuva pesada, o gramado pesado, a cabeça pesada.
Aturar as contas atrasadas e os bichos pagos com cheque sem fundo.
A semana na concentração longe da família.
O papo arrastado das preleções, o banco de reservas,
as perguntas imbecis dos repórteres.
Mas tudo logo se olvida e se justifica.
E como dá gosto de ver as arquibancadas lotadas,
as bandeiras tremulando, os fogos estralejando no céu.
O juiz já lançou a moeda pra o alto,
é hora de acabar o aquecimentoe entrar em campo com o pé direito.
Agora é hora de beijar a chuteira, fazer o sinal da cruz,
posar para as fotos do pôster, rezar com os companheiros e
aguardar infinitamente pelo minuto de
silêncio que ninguém sabe por quem é.
Boa sorte, irmão.
E que tarde muito até que chegue o temido,
o inevitável, o inapelável
Apito Final.
Publicado em: http://www.interney.net/blogs/inagaki/2006/06/09/futebol/
terça-feira, 8 de junho de 2010
Carta de Brasília






